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dezembro 14, 2012

ALEGAÇÃO NUTRICIONAL

A alegação nutricional é a informação utilizada para descrever o nível absoluto ou relativo de determinados nutrientes ou valor energético presentes em alimentALEGAÇÃO NUTRICIONALos. A alegação é utilizada pelos fabricantes de forma opcional.

As alegações podem ser classificadas em dois tipos: (a) INC de conteúdo absoluto e (b) INC de conteúdo comparativo.

A INC de conteúdo absoluto é aquela que descreve a ausência ou a presença (baixa ou elevada quantidade) de determinados nutrientes ou valor energético presentes no alimento. Exemplos desse tipo de INC incluem as alegações: não contém açúcares, sem gorduras trans, baixo em calorias, fonte de cálcio, alto teor de fibras e rico em ferro.

As alegações de sem adição de açúcares e de sal também são consideradas alegações nutricionais de conteúdo absoluto. Essas alegações, embora relacionadas a ingredientes, indicam aos consumidores que o alimento possui propriedades nutricionais particulares em relação ao seu conteúdo de açúcares e sódio.

A INC relativa ou de conteúdo comparativo é aquela que compara o nível de um ou mais nutrientes ou valor energético presentes no alimento em relação ao nível encontrado no alimento de referência, tais como: reduzido em calorias, reduzido em açúcares, aumentado em ferro.

 

Fonte: ANVISA

ANVISA MUDA REGRAS PARA ROTULAGEM DE ALIMENTOS

As alegações nutricionais, presentes nos rótulos de alimentos, deverão seguir novos critérios para serem utilizadas. É que a Resolução RDC 54/2012 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (12/11), alterou a forma de uso de termos como: light, baixo, rico, fonte, não contém, entre outros.
O uso da alegação lLIGTHight, por exemplo, só será permitido para os alimentos que forem reduzidos em algum nutriente. Isso quer dizer que o termo só poderá ser empregado se o produto apresentar redução de algum nutriente em comparação com um alimento de referência (versão convencional do mesmo alimento).
Anteriormente, a alegação light podia ser utilizada em duas situações: nos alimentos com redução e nos alimentos com baixo teor de algum nutriente. “Tal situação dificultava o entendimento e a identificação pelos consumidores e profissionais de saúde das diferenças entre produtos com a alegação light”, explica o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano.
Já os critérios para o uso das alegações de fonte e alto teor de proteínas receberam a exigência adicional de que as proteínas do alimento devem atender a um critério mínimo de qualidade. “Essa alteração visa proteger o consumidor de informações e práticas enganosas como, por exemplo, o uso de alegações de fonte de proteína em alimentos que contenham proteínas incompletas e de baixa qualidade”, afirma o diretor de Controle e Monitoramento Sanitário da Anvisa, Agenor Álvares.
Base de cálculo
Outra novidade apresentada pela Resolução RDC 54/2012 da Anvisa é a alteração na base para o cálculo das alegações nutricionais. O cálculo antigo previa que os critérios para uso das alegações nutricionais fosse feito com base em 100g ou ml do alimento. Por exemplo, para veicular uma alegação de sem açúcar, um alimento sólido não podia conter mais de 0,5 g de açúcares por 100 g.
A nova regra alterou essa base e passou a exigir que os critérios para uso das alegações nutricionais, na maioria dos alimentos, fossem calculados com base na porção do alimento. Neste caso, para veicular a alegação de sem açúcar, o alimento não pode conter mais de 0,5 g de açúcares por porção.

Novas alegações
Oito novas alegações nutricionais foram criadas pela nova regulamentação. Para isso, foram desenvolvidos critérios para: não contém gorduras trans; fonte de ácidos graxos ômega 3; alto conteúdo de ácidos graxos ômega 3; fonte de ácidos graxos ômega 6; alto conteúdo de ácidos graxos ômega 6; fonte de ácidos graxos ômega 9; alto conteúdo de ácidos graxos ômega 9; e sem adição de sal.
De acordo com Álvares, essas alegações foram estabelecidas com o intuito de estimular a reformulação e desenvolvimento de produtos industrializados mais adequados nutricionalmente. “Além disso, permite que os consumidores sejam informados dessas características nutricionais específicas” afirma o diretor da Anvisa.
Visibilidade e legibilidade
A Resolução RDC 54/12 da Anvisa estabeleceu, ainda, que  todos os esclarecimentos ou advertências exigidos em função do uso de uma alegação nutricional devem ser declarados junto à esta alegação. Devem também seguir o mesmo tipo de letra da alegação, com pelo menos 50% do seu tamanho, de cor contrastante ao fundo do rótulo, de forma que garanta a visibilidade e legibilidade da informação.
Segundo o diretor da Anvisa, muitas vezes, o uso de uma alegação demanda a declaração de um esclarecimento ou advertência na rotulagem a fim de proteger o consumidor da veiculação de informações incompletas e potencialmente enganosas. “Um exemplo típico é o caso dos óleos vegetais com a alegação sem colesterol. Nesses casos, os fabricantes são obrigados a informar ao consumidor que todo óleo vegetal não contém colesterol, ou seja, que essa é uma característica inerente do alimento, que não depende de sua marca”, argumenta o diretor da Agência.
Mercosul
Com a publicação da Resolução RDC 54/2012, o Brasil harmoniza os regulamentos técnicos relacionados à rotulagem nutricional no âmbito do Mercosul. “Essa harmonização tem como objetivos facilitar a livre circulação dos alimentos, evitar obstáculos técnicos ao comércio e melhorar a informação para o consumidor”, afirma Álvares
As discussões técnicas sobre a harmonização de alegações nutricionais ocorreram na Comissão de Alimentos do Subgrupo de Trabalho 3. Durante quatro anos, além de compor a delegação brasileira nas reuniões do SGT-3, a Anvisa coordenou as reuniões internas com representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça e de diferentes setores da sociedade a fim de garantir uma ampla participação e discussão dos aspectos mais relevantes para definição da posição brasileira.
A Anvisa realizou também todo o processo de consulta pública interna da proposta de regulamento técnico, que foi publicada por meio da consulta pública 21/2011.
Adequação
Os alimentos produzidos a partir de 1º de janeiro de 2014 já devem seguir o novo regulamento. Já os produtos fabricados antes do prazo fornecido podem ser comercializados até o fim do seu prazo de validade.
A norma da Agência é valida para as alegações presentes em anúncios veiculados por meios de comunicação. Aplica-se, ainda, para toda mensagem transmitida de forma oral ou escrita.
A norma não engloba alimentos para fins especiais, águas envasadas destinadas ao consumo humano, sal de mesa, bebidas alcoólicas, aditivos alimentares, coadjuvantes de tecnologia, especiarias, vinagres, café e erva-mate e espécies vegetais para preparo de chás e outras ervas, sem adição de outros ingredientes que forneçam valor nutricional.

Fonte: ANVISA

outubro 13, 2012

TREINAMENTOS ALFA TENNANT

Vista parcial setor peças - Fabrica Limeira









O treinamento técnico de aprimoramentos, atendimento ao cliente e novos conhecimentos a nível de máquinas, peças e acessórios ALFA TENNANT, realizado  no período de 09 a 13 de agosto de 2012 na bela e acolhedora cidade de Limeira - SP foi muito proveitoso, aqui do triângulo mineiro, os técnicos da KLINSHOP,  Dagno, Jean Carlo e Hélio Ribeiro (Portal da Qualidade Uberlândia)  estiveram presentes ao evento. Fica registrado aqui, os nossos agradecimentos à diretoria da    KLINSHOP por nos proporcionar esta oportunidade, à ALFA TENNANT parabéns pela organização esmerada do simpósio.

setembro 30, 2012

IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE AUTOCONTROLE NO LATICÍNIOS TRILAT DE UBERLÂNDIA


" O Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal – DIPOA –, tradicionalmente, optou por um modelo de inspeção sanitária baseado no que, atualmente, denomina-se de controle de processo. Em síntese, esse procedimento fundamenta-se na inspeção contínua e sistemática de todos os fatores que, de alguma forma, podem interferir na qualidade higiênico-sanitária dos produtos expostos ao consumo da população. 
Por outro lado, há algum tempo, o DIPOA, de forma complementar às atividades rotineiras de inspeção e acompanhando os avanços das legislações no tocante às responsabilidades dos fabricantes, inseriu nas suas tarefas rotineiras a avaliação da implantação e da execução, por parte da indústria inspecionada, dos chamados programas de autocontrole. As modernas legislações dirigidas ao controle sanitário de alimentos tratam esses programas como requisitos básicos para a garantia da inocuidade dos produtos. No DIPOA, estes Programas incluem  o Programa de Procedimentos Padrão de Higiene Operacional – PPHO (SSOP), o Programa de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle – APPCC (HACCP) e, num contexto mais amplo, as Boas Práticas de Fabricação – BPFs (GMPs). Alguns países abordam os programas de BPFs de forma particular, como parte de uma estratégia de controle previamente definida em razão de particularidades internas e dos resultados de estudos de riscos locais. De qualquer forma, essas particularidades não têm dificultado os procedimentos de equivalência de legislações com os países importadores de produtos de origem animal"

Circular Nº 175/2005/CGPE/DIPOA                 

setembro 03, 2012

BOMBAS DE ALIMENTAÇÃO

      Quando introduzimos água nos Geradores de Vapor, o fazemos com aparelhos de alimentação. A vazão e a perda de carga total do sistema, seja para vencer a contra-pressão de vapor, seja as perda das tubulação, válvulas e controles, determinam as características funcionais destes aparelhos. Se consideramos o  fator termodinâmico, então  o aparelho de alimentação realiza um trabalho equivalente a injeção de água, vencendo então as resistências do circuito.

      Temos três tipos de aparelhos de alimentação de vapor que  são  muito utilizados nos geradores de vapor:

      injetores para caldeiras

    • Injetores - Os aparelhos injetores utilizam o próprio vapor da caldeira como meio de impulsão da água. 

       

    •  

      bomba alternativa
    • Bombas alternativas - |As bombas alternativas podem ser acionadas a vapor ou eletricamente. As mais difundidas para aplicação em  geradores de vapor são aquelas chamadas Duples a vapor, conhecidas também com  “burrinhos”.

       

    • Bombombas-centrifugas 2bas centrífugas – Tais bombas atendem hoje  em dia uma enorme gama de capacidades e pressões necessárias à alimentação de água nos geradores de vapor. Assim nas pequenas instalações de baixa pressão,  temos bombas de um estágio que atendem as necessidades do  gerador. Mas  à  medida que as capacidades, pressões e temperatura da água aumentam, os projetos das bombas de alimentação centrífugas passam a exigir atenções especiais.

agosto 22, 2012

AUTOCONTROLE – MINISTÉRIO DA AGRICULTURA PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

“A premissa dos programas de autocontrole fundamenta‑se na responsabilidade dos estabelecimentos de garantir a qualidade higiênico‑sanitária e tecnológica dos seus produtos, através de um Sistema de Controle de Qualidade capaz de se antecipar à materialização dos perigos à saúde pública e de outros atributos de qualidade, gerando registros e informações, de forma que o Sistema possa sofrer, continuamente, a verificação do Serviço Oficial de Inspeção de Produtos de Origem Animal.”

Trecho da CIRCULAR Nº 176/2005/CGPE/DIPOA

As modernas legislações dirigidas ao controle sanitário de alimentos tratam esses programas como requisitos básicos para a garantia da inocuidade dos produtos. No DIPOA, estes Programas incluem o Programa de Procedimentos Padrão de Higiene Operacional – PPHO (SSOP), o Programa de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle – APPCC (HACCP) e, num contexto mais amplo, as Boas Práticas de Fabricação – BPFs (GMPs). Alguns países abordam os programas de BPFs de forma particular, como parte de uma estratégia de controle previamente definida em razão de particularidades internas e dos resultados de estudos de riscos locais. De qualquer forma, essas particularidades não têm dificultado os procedimentos de equivalência de legislações com os países importadores de produtos de origem animal.”

Trecho da CIRCULAR Nº 175/2005/CGPE/DIPOA

O que é  AUTOCONTROLE?

Quais as empresas que devem implantar o AUTOCONTROLE?

Qual o prazo previsto para a implantação do AUTOCONTROLE?

Como se implanta o AUTOCONTROLE?

Entre em contato pelo e-mail: helio_ribeiro777@yahoo.com.br

Temos a resposta pra sua empresa!

janeiro 30, 2012

CALDEIRAS – DESCARGAS

lama na caldeira 2  Mesmo que  o tratamento químico seja rigoroso para o tratamento de água de caldeira, é impossível eliminar da mesma todos os sais em solução. Exceto quando se aplica o método da distilação (muito caro).

Sabemos que à medida em que a caldeira produz vapor, vai consequentemente, acumulando e concentrando os sais compõem o perfil da água de alimentação. A concentração deve ser mantida até o seu limite de solubilidade,  a partir do qual há precipitações que fatalmente irão gerar incrustações, arrastes de partículas sólidas pelo vapor e geração de espuma.

Assim sendo recorremos à descarga da caldeira para manter a concentração destes sais dentro dos limites seguros e também, é claro, arrastar o lodo que se acumula nas partes inferiores da caldeira. A descarga de fundo numa caldeira pode ser:

  1. descontínua
  2. contínua.

A descarga descontínua ou intermitente se aplica em conformidade com os parâmetros técnicos e operacionais da caldeira,  com o propósito de eliminar os depósitos  em  suspensão e consequentemente reduzir a  concentração de sólidos totais, solúveis na água interna, seu tempo de aplicação vai de 5  a 15 segundos  a cada 2 horas ( o intervalo de tempo é variável)  podendo ser matematicamente calculada. Este tipo de desgarga, é lançada no esgoto.

A descarga contínua se mantém durante todo o tempo de funcionamento da caldeira, contudo ,  não  dispensa a descarga descontínua, apenas a reduz.  Este tipo de descarga permanece no ciclo, onde primeiramente passa por um trocador de calor, recuperador da entalpia da água de desgarga, e segue então para o tratamento de água externo.

A quantidade de desgarga pode ser calculada pela expressão:

D =  ST  x  100
       C  -  ST

Onde:

ST=  Sólidos totais da água de alimentação da caldeira em  ppm;

C=  Concentração de  sólidos totais permitida no interior da caldeira em ppm.

A American Boiler and Affiliated Industries Manufaetures Associations estabelece os seguintes parâmetros para águas de alimentação de  caldeiras:

Pressão da caldeira

Sólidos totais

Alcalinidade total

Sólidos suspenssos

Sílica

psig

ppm

ppm

ppm

ppm

0  -  300

3500

700

300

125

301  -  450

3000

600

250

90

451  -  600

2500

500

150

50

601  -  750

2000

400

100

35

751  -  900

1500

300

60

20

901  - 1000

1250

250

40

8

1001 -  1500

1000

200

20

2,5

1501 -  2000

750

150

10

1,0

2001

500

100

5

0,5

Anexo X - Registros de Alimentos - Anvisa

CONHECENDO A ECOMAX 400

LAVANDO LOUÇAS - ECOMAX 500

Peças de Reposição ECOMAX 500

Ecomax 500
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